sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O bom preparo de um jovem, para a vida e para o mercado de trabalho vai muito além da educação acadêmica e tradicional. A adolescência é uma fase de transição: a saída da infância e o preparo para o ingresso no mundo adulto.
No meio de todo esse processo se faz necessário ainda a escolha de uma profissão, trata-se de um dos momentos mais delicados na vida do ser humano. Para toda família, o filho ingressa na 8ª. série e os pais começam a dizer que ele está em outra etapa e a palavra responsabilidade é dita em quase todos os diálogos, seguida de “logo você estará escolhendo uma profissão”. Já no final do ensino médio, todos – pais, professores e o próprio aluno não conseguem esconder aquela tensão característica. Em qualquer reunião o assunto volta à tona. Muitos dizem: “o que meu filho escolher estará bom... desde que seja para a felicidade dele”. Acontece que este é um caminho longo a trilhar. A pressão é muito grande, e pior, e se errar o alvo? Apoximadamente 60% dos profissionais que possuem graduação universitária, praticam uma profissão que não corresponde com o curso freqüentado. É muito fácil escolher a profissão errada, na hora do vestibular. Principalmente os pais, precisam ter a tranqüilidade de saber que esta situação é realmente comum.
Profissão é ato ou efeito de professar, declarar-se devoto ou adepto de uma doutrina, logo o profissional é aquele que tem paixão. Sem paixão, dificilmente uma pessoa conseguirá agüentar a pressão e a concorrência no mercado de trabalho.

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